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Nota

Migração do MSN para o Skype.

7 nov

Pessoal que usa o MSN, fica a dica aqui. A Microsoft deixou de investir no MSN e a partir de 2013 vai desligar o mesmo, adotando apenas o Skype como ferramenta.

Portanto, fica uma dica aqui para vocês:

Acesse o site do Skype ( http://www.skype.com ), efetue download da Versão 6.0 do Skype. Para aqueles que já tem um usuário Skype, antes de fazer login com esse, selecione a opção Fazer login com um usuário Microsoft. Ai vc insere seu usuário de Hotmail nele.

Depois disso, você insere seu usuári o Skype e a ferramenta faz o merge dos 2. Aliás, dos 3, porque ela também insere seus contatos do Facebook.

Ou seja, com apenas uma ferramenta (e boa) você mata 3 contas.

Fica a dica, vale a pena fazer isso… afinal, cedo ou tarde, você terá mesmo que fazer isso… hehehehe

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SOX ??!! Afinal, o que é isso?

25 nov

A Lei Sarbanes-Oxley, conhecida também como SOX, é uma lei dos Estados Unidos da America promulgada em 30/06/2002 pelos Senadores Paul Sarbanes e Michael Oxley. É aplicável também para empresas estrangeiras que possuem valores mobiliários registrados na Securities and Exchange Commission (SEC), o que aumenta de forma considerável o escopo de aplicação da legislação norte-americana de mercado de capitais.

Ou seja, aplica-se a todas as companhias brasileiras que possuem ações na bolsa de valores norte-americanas, passando conseqüentemente, a estarem sujeitas à nova Lei, bem como a sua regulamentação, se estende a todas as filiais da empresa.

A lei surgiu devido a uma onda de escândalos corporativos-financeiros envolvendo a Enron (do setor de energia), Worldcom (telecomunicações), entre outras empresas, que geraram prejuízos financeiros a milhares de investidores.

Na essência, a lei não apresenta novas idéias, ela apenas lembra os executivos sobre o que eles devem fazer para que os controles financeiros da empresa apresentem eficiência na governança corporativa, estabelecendo a confiança do investidor e a sustentabilidade das organizações. Além disso, requer a transparência na gestão financeira das organizações, credibilidade na contabilidade, auditoria e a segurança das informações para que sejam realmente confiáveis”, explica o nosso Super-Herói Integridade

Com isso, seguindo o raciocínio, o nosso herói afirma que estar compliance com a Sox não é uma opção. “As companhias que se negam a instituir os controles exigidos com toda certeza geram desconfiança e impacto no valor da ação para o acionista. O aumento da credibilidade nas empresas que cumprem seu papel em relação aos controles propostos pela lei SOX é com certeza o resultado mais louvável e um ponto a mais na reputação de seus gestores”, afirma categórico o herói.

A SOX também é conhecida como a Lei da Responsabilidade Fiscal. Segundo a seção 302, em caso de violação, os diretores, auditores e consultores dessas empresas estarão sujeitos a pena dessa Lei, que vai de 10 a 20 anos de prisão e multa de até 5 milhões de dólares.

De acordo com o Integridade, SOX exige ainda a validação do entendimento de Código de Conduta e Ética de todos os profissionais da empresa, que devem receber um treinamento anual.

A cada quartil as empresas assinam o Quarterly Certification of Management (QCM), uma certificação que dá a garantia aos seus acionistas de que os reportes financeiros são consistentes.
O conhecido Management Self Assessment of Controls (MSAC) é a base para o QCM, como pode ser observado na pirâmide de Controles.

A grande infraestrutura tecnológica para a Copa de 2014 PORTAL COPA 2014 – WEB – 09/09/10

18 set

Brasil precisa investir pesado para garantir estabilidade dos sistemas no Mundial e Jogos Olimpícos
Cezar Taurion*
Megaeventos esportivos como a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada no Rio de Janeiro em 2016 demandarão uma pesada infraestrutura de tecnologias de informação e comunicação (TIC). Em 2014, o maior evento midiático do planeta terá o desafio de transmitir a partir das cidades brasileiras som e imagem em alta definição para televisores, computadores e dispositivos móveis espalhados por todo o mundo. Como a evolução tecnológica é muito rápida, fica até difícil prever que tipo de aparelho ou tecnologia estará na moda em 2014 e 2016.
O último Mundial, na África do Sul bateu recordes de audiência de notícias na Web e apresentou novas formas de acompanhamento dos jogos. O Twitter foi uma das grandes sensações da Copa. O termo #worldcup ocupou lugar cativo no ranking e os nomes das seleções chegavam, durante as partidas, no Top 10. Enquanto a média de mensagens por segundo no Twitter é de 750, na Copa chegou a 3283, quando do gol do Japão contra a Dinamarca.
Uma rápida passagem pelos Mundiais anteriores mostra que como é difícil prever as novidades tecnológicas do próximo. Se voltarmos à Copa de 1950, apenas 200 mil pessoas viram o jogo final. Não havia transmissão ao vivo pela TV e as únicas testemunhas visuais eram as pessoas que estavam no estádio. Em 1970 a transmissão era em preto e branco. Já a Copa de 1994 foi á última sem a Web.
Para suportar todo este aparato tecnológico, uma massiva rede de computadores atuando no modelo de computação em nuvem deverá estar operando na retaguarda.
Em 1998 a conexão padrão era via modems de 56k e as pessoas conversavam pelo ICQ. O Hotmail era recente (1996) e o Google só existiria após a Copa. Em 2002 os blogs estavam no auge e o ICQ tinha sido substituído pelo MSN. Mas a Copa de 2002 viu a estréia do Wi-Fi nos estádios, o que permitiu que uma foto de um gol fosse para a Internet em menos de dois minutos. Em 2006 já tínhamos Facebook, Orkut e o YouTube e assistíamos ao surgimento do Twitter. A banda larga já existia, mas praticamente não havia entrado no Brasil.
Mas a Copa de 2006 inaugurou a convergência das mídias eletrônicas e foi também a primeira totalmente gerada com imagens de alta definição. Em 2010 a Internet não estava apenas em computadores, mas nos smartphones (iPhone que apareceu em 2007) e iPad. O Facebook já alcançou 500 milhões de usuários (se fosse um país, teria a terceira maior população do mundo, perdendo apenas para China e Índia) e a transmissão ao vivo pela Internet é uma realidade. A Copa de 2010 também foi a primeira em que a TV não mais pautava as notícias, mas sim a Internet.
E em 2014? Podemos com certeza pensar em uma televisão de alta definição, interativa e com integração com as redes sociais, mas também será a vez da mobilidade. Já na Olimpíada de Londres, em 2012, a mobilidade será a tecnologia da vez, tanto que o evento está sendo chamado de “The Mobile Games”. Em 2014 as atuais redes 3G provavelmente estarão ultrapassadas tecnologicamente e os turistas poderão chegar aqui com dispositivos 4G com altíssima velocidade de transmissão.
Hoje são cerca de onze milhões de assinantes banda larga no país, com uma densidade de apenas seis conexões velozes para cada grupo de 100 habitantes. Em países desenvolvidos a média está acima dos 25 para cada 100.
O fato é que esta pesada infraestrutura de TIC terá que suportar o tráfego de conteúdo multimídia em banda realmente larga e dar vazão a imensa base de usuários conectados via redes sociais, que estarão compartilhando informações, vídeos e mensagens. Para suportar todo este aparato tecnológico, uma massiva rede de computadores atuando no modelo de computação em nuvem deverá estar operando na retaguarda. Este modelo é mais adequado, pois existe um pico de demanda no período dos jogos, caindo dramaticamente após seu encerramento.
Os desafios são imensos. Um deles é o suporte ao crescimento das redes móveis de alta velocidade. Em 2014 e 2016 já veremos turistas desembarcando por aqui com smartphones demandando velocidades que não temos hoje. O número de pessoas conectadas via dispositivos móveis será muito maior em 2014. Segundo a Fifa, em 2006, a Copa teve uma audiência acumulada de 23,6 bilhões de pessoas. Em 2014, estima-se que além das TVs de alta definição e capacidade interativa, deverão haver em todo o mundo cerca de 2,25 bilhões de computadores e mais de seis bilhões de celulares. Alguns estudos apontam que o crescimento da banda larga no mundo será de 176% entre 2007 e 2012. A Internet é, portanto, um ponto crítico que deverá ser vista com toda atenção, para garantir que os serviços de mídia sejam entregues em todo o mundo com padrão internacional.
Hoje são cerca de onze milhões de assinantes banda larga no país, com uma densidade de apenas seis conexões velozes para cada grupo de 100 habitantes. Em países desenvolvidos a média está acima dos 25 para cada 100. Nossa banda larga é uma das piores do mundo, sendo cara, lenta e mal distribuída. Em um ranking de 42 países, ficamos em 38º lugar. Nas cidades-sede existem ainda gargalos: Manaus, por exemplo, não tem opções de rota alternativa, caso ocorra algum problema na rede.
A infraestrutura a ser pensada e instalada vai além dos estádios. Como teremos uma Copa baseada em tecnologias de mobilidade, várias questões devem ser resolvidas
Para atender aos megaeventos, os investimentos em infraestrutura de comunicações deverão ser bem elevados. Nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, houve um pico de 220 mil chamadas simultâneas na abertura do evento. Para efeito de comparação, em São Paulo ocorrem hoje entre 60 e 80 mil chamadas simultâneas. Claro que haverá uma demanda imensa no período dos jogos, voltando à normalidade logo depois. Os estádios precisarão de redes de fibra ótica para conexão com o centro de mídia.
A infraestrutura a ser pensada e instalada vai além dos estádios. Como teremos uma Copa baseada em tecnologias de mobilidade, várias questões devem ser resolvidas, como o custo do roaming, que deve ser transparente aos turistas, e o uso de celulares para prover diversos serviços como compra de ingressos e passagens de transporte público. Os sistemas de apoio às transações eletrônicas bancárias e comerciais também deverão estar preparadas para um pico de uso no período dos jogos. As imensas oportunidades geradas pela combinação de tecnologias de mobilidade, GPS e mapeamento podem prover aos turistas e torcedores diversas e úteis funcionalidades, inclusive provendo mensagens de alertas e emergência em tempo real.
Por isso os projetos devem contemplar um planejamento de longo prazo, visando à demanda após os megaeventos. Além disso, as obras para a Copa e a Olimpíada devem se transformar em um legado positivo sem desperdício para o país.
Para atender aos requisitos de uma Copa altamente tecnológica, seria necessário ter um CIO (chief information officer) que trabalhe em parceria com as empresas prestadoras de serviço contratadas pela Fifa e gerencie as prospecções tecnológicas que serão implementadas. O objetivo é garantir que os turistas tenham as mesmas experiências tecnológicas em todas as cidades-sede.
*Cezar Taurion é economista, mestre em Ciências da Computação e gerente de Novas Tecnologias da IBM

Trollagem: O que é (e porquê evitar)

9 set

De acordo com a Wikipedia, um troll (na gíria da internet) “designa uma pessoa cujas atitudes tendem sistematicamente a desestabilizar, provocar e enfurecer as pessoas ao seu redor”.

Um troll tem seu comportamento descrito, de certa forma, como um teste de ruptura da etiqueta do ambiente no qual está envolvido. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais. Porém, independentemente da reação das vítimas da trollagem, o comportamento do troll continua sendo prejudicial ao ambiente, pois o debate ou degenera em bate-boca ou prossegue sendo vandalizado pelo troll enquanto este tiver paciência ou interesse de atuar.

Exemplos de ações comum numa trollagem seriam:
– Jogar a isca e sair correndo
– Transferência de culpa
– Diminuição de nível
– Repetição
– Humilhação

Na prática, qualquer pessoa tem capacidade de se comportar inadequadamente, e em alguns grupos sociais isto é até bem visto (e encorajado). No entanto, é necessário haver limites para isso. Além de desrespeitar 99,9% dos serviços online (que proibem toda e qualquer forma de degradação, humilhação ou similar através de suas ferramentas), o troll pode ainda ser processado por danos morais, prestar serviços sociais e ainda ressarcir financeiramente a vítima.

Então, pense mais duas vezes antes de ir na vibe e sair trollando. Pode sair caro.

Referências:

Sonda Procwork e IBM juntas para uma oferta integrada

5 set

COMUNIQUE-SE – WEB – 02/09/10

Acordo marca o início de uma aliança que une os produtos da IBM ao portfólio da integradora
Unir as opções de hardware da IBM ao seu leque de ofertas é a nova estratégia da Sonda Procwork, empresa do grupo Sonda IT, maior companhia latino-americana de Tecnologia da Informação. A proposta é incluir servidores, storage e ferramentas da IBM, entre outros produtos, em três modalidades de venda: integração das máquinas aos projetos de implementação das soluções da SAP; venda tradicional para atualização do parque de TI das companhias; e disponibilização do hardware como serviço (HaaS, do inglês hardware as a service).
A aliança já existente entre os líderes mundiais IBM e SAP também é outra frente que soma nesta nova estratégia da Sonda Procwork, que passa a atuar com os dois players aplicando toda sua experiência como integrador, aliado ao diferencial de sua forte presença na América Latina.
“A partir desta parceria nos consolidamos como o fornecedor de TI que detém o mais completo portfólio de produtos e serviços. Para o cliente, além de disponibilizarmos preços mais competitivos, tiramos a preocupação em relação à integração dos componentes, além de suportarmos todo o atendimento através de um ponto único de contato” resume Carlos Henrique Testolini, presidente da Sonda Procwork.
Além da vantagem em relação aos valores praticados, os clientes passam a contar com facilidades como a consolidação de seus servidores, que num momento de upgrade de suas soluções podem atualizar o ambiente através da renovação da plataforma. Outro benefício é o suporte ao hardware, que garante o correto dimensionamento da capacidade do servidor que vai rodar os aplicativos, assegurando a melhor performance.
“Estamos unindo o que há de melhor entre as soluções dos parceiros e o nosso leque de produtos e serviços para podermos disponibilizar ao mercado um portfólio que atenda as empresas de ponta a ponta, independente de suas necessidades, sejam elas específicas ou por meio de pacotes completos financiados diretamente pela nossa organização”, explica Cesar Sassoon, diretor de alianças da Sonda Procwork.
Para João Felipe Nunes, diretor de Canais e Alianças da IBM Brasil, a escolha pela Sonda Procwork se deve principalmente a seu amplo modelo de atendimento, que propõe ofertas estruturadas de acordo com a demanda de cada cliente, além da sua tradição como integradora, que viabiliza opções para os diferentes tamanhos de empresas.

Capgemini paga R$ 517 milhões por CPM Braxis

3 set

Às cinco horas da manhã de ontem, a brasileira CPM Braxis assinou os últimos documentos que deram à consultoria francesa Capgemini 55% do capital da empresa, um negócio de R$ 517 milhões. A negociação avalia a companhia em R$ 970 milhões e este é omontante estimado para o faturamento deste ano.
Segundo Jair Ribeiro, presidente do comitê executivo da companhia, até então a maior de serviços de software com controle nacional, o acordo pôs fim à busca por um comprador iniciada em meados do último ano. “Queríamos abrir o capital, mas acabamos mudando de plano”, afirma Ribeiro, expresidente do Banco Patrimônio e cofundador da Braxis, em 2006. A empresa tornou-se CPM Braxis no ano seguinte, após a fusão com a CPM, também especializada em serviços de tecnologia da informação.
“Terminamos nesta semana mais de três meses de negociação”, afirma o executivo, acrescentando que cinco grandes empresas mostraram interesse pela companhia. Ribeiro diz que, além da Capgemini, um outro grupo apresentou proposta pela CPM Braxis, e se manteve no páreo até a noite de anteontem, quando telefonou para Antônio Carlos Rego Gil, acionista da CPM Braxis e expresidente da CPM, e soube que a Capgemini venceu a disputa. “Quando fundamos a Braxis, queríamos ser a maior do país. Em um ano, conseguimos isso (após a fusão com a CPM)”, diz Ribeiro. “Depois voltamos a ser uma das dez maiores do mundo, o que conseguimos com essa negociação.”
Divisão societária
O investimento da Capgemini será dividido em R$ 230 milhões para a compra de 30% das ações, e de mais R$ 287 milhões para um aumento do capital, com o qual somará mais 25% das ações. Entre o fim do terceiro ano até o quinto ano após o negócio, os acionistas terão a opção de compra ou venda dos 45% de ações remanescentes.
O Bradesco havia assumido o controle da CPM Braxis no fim de julho, chegando a 57% de participação ao comprar o controle da CPM Holdings. O banco era um dos principais acionistas na antiga CPM, ao lado do Deutsche Bank. Com a venda para a Capgemini, ele alienará 37% de sua participação, ao valor aproximado de R$ 104 milhões, permanecendo com 20% do capital total. A Braxis, que hoje é uma holding, manterá 12%. O novo conselho de administração será formado por cinco membros da Capgemini e quatro da CPM Braxis.
Segundo Ribeiro, o fundo Gávea Investimentos, do expresidente do Banco Central Armínio Fraga — que aportou R$ 170 milhões na empresa em 2008 —, manteve posição. Ele foi o que menos vendeu participação no negócio.
Presença local
No Brasil, as operações da Capgemini, que conta com 120 pessoas, serão integradas às da organização de origem nacional, que possui 5,5 mil pessoas. Isso dará à francesa a oportunidade de contar comuma estrutura local, com capacidade de prestar serviços internacionais.
Até 2008, o grupo francês não aparecia no ranking das exportadoras de serviços de tecnologia do Brasil. Pela lista, a CPM Braxis estava na sexta colocação, atrás das globais IBM, Accenture, EDS (adquirida pela HP), BT e da brasileira Stefanini. Mundialmente, a Capgemini tem a sétima maior participação de mercado em serviços de tecnologia. ¦

SAP e Índia. Falar mais o que???

1 set

Uma imagem vale mais do que mil palavras.

Essa veio do meu amigo José Inácio, da lista de sapBRasis:

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